
O museu dedicado à história do 11 de Setembro, que será inaugurado nesta quinta (15) em Nova York, relembra o atentado terrorista a partir de fragmentos do que sobrou como as últimas mensagens de voz das vítimas, fotos de pessoas se jogando das torres gêmeas, o som das sirenes do Corpo de Bombeiros, os sapatos cobertos de poeira dos que conseguiram fugir antes do colapso total do World Trade Center e o relógio de um dos passageiros dos dois aviões sequestrados que bateram contra os arranha-céus.
O Museu Memorial Nacional 11 de Setembro abrirá suas portas nas profundezas do 'ponto zero', 12 anos e meio após os ataques terroristas realizados pela rede Al Qaeda, que deram início à Guerra contra o Terror e a diversos conflitos ao redor do mundo que duram até hoje, entre eles o do Afeganistão.
O projeto foi marcado por problemas de construção e financeiros e muita disputa sobre a forma mais adequada de homenagear os quase 3.000 mortos em Nova York, Washington e Pensilvânia. "Você não sairá do museu sem a sensação de que compreende a humanidade de uma forma mais profunda", disse o presidente da instituição Joe Daniels nesta quarta-feira, quando os primeiros detalhes e fotos do museu foram revelados.
O museu e o memorial - que custaram US$ 700 milhões vindos em parte de impostos e também de doações privadas - será oficialmente inaugurado com a visita do presidente Barack Obama e estará inicialmente aberto apenas para as famílias das vítimas, sobreviventes e socorristas. A partir de 21 de maio, o público poderá visitá-lo.
Fonte -Brasil Post
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