SÃO PESSOAS MARAVILHOSAS DE SE CONVIVER ,SÃO AMÁVEIS,ALEGRES.Apesar do comprometimento intelectual e da tendência de permanecer por mais tempo no estágio silábico, muitas crianças com síndrome de Down conseguem se alfabetizar. Para tanto, o planejamento das atividades não deve ser feito em função das limitações delas, mas sim com a intenção de explorar habilidades de todas. Consequentemente, a escola precisa:
onsequentemente para estimular a linguagem entre elas, é necessário:
– Incentivar o uso da expressão oral;
– Evitar atender solicitações gestuais;
– Escutar calma e cuidadosamente o aluno;
– Fazer contato visual (ao conversar, o ideal é olhar nos olhos do aluno, abaixando-se para ficar da mesma altura dele);
– Verificar o grau de compreensão do discente;
– Evitar completar frases até que a criança conclua seu raciocínio, dando-lhe o tempo que for necessário para tanto;
– Usar linguagem simples e familiar, além de frases curtas e claras, quando conversar com portadores da condição;
– Incentivar o uso da expressão oral;
– Evitar atender solicitações gestuais;
– Escutar calma e cuidadosamente o aluno;
– Fazer contato visual (ao conversar, o ideal é olhar nos olhos do aluno, abaixando-se para ficar da mesma altura dele);
– Verificar o grau de compreensão do discente;
– Evitar completar frases até que a criança conclua seu raciocínio, dando-lhe o tempo que for necessário para tanto;
– Usar linguagem simples e familiar, além de frases curtas e claras, quando conversar com portadores da condição;
Orientar os pais no sentido de:
a) aproveitar os momentos da rotina (como escovar os dentes, tomar banho, almoçar etc.) para ensinar ao filho novas palavras, preferencialmente, usando material concreto para estabelecer uma associação entre ele e seu respectivo nome.
b) procurar tratamentos e terapias, em especial à estimulação precoce com fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo que contribuem significativamente para o desenvolvimento motor, cognitivo e linguístico dos indivíduos, ao proporcionar a eles uma melhor qualidade de vida e desempenho social.
a) aproveitar os momentos da rotina (como escovar os dentes, tomar banho, almoçar etc.) para ensinar ao filho novas palavras, preferencialmente, usando material concreto para estabelecer uma associação entre ele e seu respectivo nome.
b) procurar tratamentos e terapias, em especial à estimulação precoce com fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo que contribuem significativamente para o desenvolvimento motor, cognitivo e linguístico dos indivíduos, ao proporcionar a eles uma melhor qualidade de vida e desempenho social.
FONTE-Marília Piazzi Seno
Como fonoaudióloga e psicopedagoga, além de atuar na Secretaria Municipal da Educação de Marília, cidade do estado de São Paulo, ela também presta consultoria e assessoria escolar e, nessa condição, sempre nos dará dicas sobre problemas relacionados ao aprendizado infantil. Para contatá-la, envie um e-mail para: mariliaseno@hotmail.com.
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