terça-feira, 26 de agosto de 2014

Dinheiro Faz Mal a Saúde?Leia é Importante Saber!

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A expressão 'dinheiro sujo' poderia ser aplicada à risca: uma nota de baixo valor carrega aproximadamente 100 micro-organismos por centímetro quadrado. Entre as bactérias mais frequentes nas cédulas, segundo uma pesquisa, estão as do gênero Staphylococcus, que pode causar otite, terçol ou sinusite Thinkstock/Arte UO
A presidente Dilma Rousseff admitiu, recentemente, que guarda R$ 152 mil em espécie em casa. Deixando de lado o risco de roubo e as possíveis perdas financeiras, guardar muitas cédulas e, principalmente, manipular esse dinheiro com frequência não é uma boa ideia.
Em primeiro lugar, dinheiro é algo sujo. Muito sujo, segundo uma pesquisa científica feita com notas de real, em 2001, pelo microbiologista João Carlos Tórtora, do Instituto de Pesquisas Biomédicas da Universidade Gama Filho, no Rio. Após analisar 110 cédulas de R$ 1 (atualmente fora de circulação), ele encontrou 30,4 bactérias e fungos por centímetro quadrado, ou seja, 83.900 micro-organismos por nota. Os resultados culminaram até na publicação de um livro, chamado "Dinheiro S
ujo.
Em uma pesquisa feita posteriormente, com técnicas mais modernas, ele detectou a presença de mais de 100 micro-organismos por centímetro quadrado em notas de baixo valor, e chegou a dizer em entrevistas que o número pode ser bem mais alto.
Entre as bactérias mais frequentes nas cédulas, segundo a pesquisa, estão as do gênero Staphylococcus. Algumas espécies causam infecções como terçol, acne, otite ou sinusite, quando passam da pele para o nosso organismo. Em alguns casos, esse tipo de bactéria pode causar septicemia, um tipo de infecção bem mais grave e letaO pesquisador também encontrou quantidade considerável de coliformes fecais nas notas. Isso seria consequência do fato de que nem todo mundo costuma lavar as mãos depois de usar o banheiro. Essa regra de higiene, infelizmente, não é tão popular quanto se imagina: uma pesquisa com brasileiros feita pela consultoria inglesa TNS Global Market Research, em 2010, mostrou que 51% não passam pela torneira após deixar o vaso sanitário.lsso é muito grave!

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