Nas Igrejas Prega para Mulheres ,Jovem e adolescentes
Nesta foto programa da Luciana Gimenez ontem
Filha dos Cantores Pepeu Gomes e Bayby Consuelo,ela esteve ontem no Programa da Luciana Gimenez e foi muito radical no que se diz respeito crente,tem que ser diferente disse que tem que ser diferente sim,e quanto as mulhreres tem que se dá valor,não permitindo certos tipos de Palavras nas músicas que se canta hoje.
“Estou há dez anos sem sexo. Uns nove sem dar beijo na boca. Sou radical”, relata Sarah. “Era ninfomaníaca, não ficava sem homem. Minha alma foi curada por Jesus.”
Ela diz que busca em Deus força para adormecer os desejos carnais. “Ele supre minhas necessidades emocionais. Supre minhas necessidades sentimentais”, afirma o refrão da canção que entoa.
O tom emotivo da música leva várias mulheres ao choro convulsivo, algumas parecem em transe. A cada frase de efeito, a plateia responde com gritos e aplausos, entremeados por risos e choros.Crente desde 1997, Sarah é um fenômeno entre os evangélicos. Roda o Brasil com o “Culto das Princesas”, misto de palestra de autoajuda e pregação, alternados com os seminários Santificação 1 e 2.
Ela diz que não cobra cachê. Vive da venda de dois livros. Um deles chama-se “Defraudação Emocional”, em que ensina as solteiras a arrumar um casamento abençoado com um “príncipe”.
A missionária da abstinência conduz o show com segurança. Adota um estilo retrô. O visual é “moça de família” dos anos 60. Usa um vestido rodado, com anágua de tule por baixo, arrematado por um romântico bolero.Fala sobre as muiscas de hoje que distorce o que a mulher tem de bom por ser uma pessoa preciosa aos olhos de Deus .Segundo a Pastora..Ela Ataca o estilo “vulgar” das periguetes, cachorras e afins, com suas roupas coladas e decotadíssimas. “Não uso decote, aqui não tem amostra grátis”, diz para muitas garotas vestidas com calças bem justas e tops de fazer inveja a muita “preparada do funk”.
Ela faz eventos para mais de 3 mil mulhreres e ensina, como deixar de ser cachorra- “Nesse nosso clube, vocês vão aprender como deixar de ser cachorras”, diz Sarah ao microfone, para delírio das companheiras de fé.
Elas lotam o salão térreo e o mezanino da Comunidade do Casarão, igreja evangélica de Mauá, Grande São Paulo.
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