
Para PSDB, confiança do TSE é muito suspeita
47Há no Brasil 142.822.046 eleitores aptos a votar. Desse total, foram às
urnas no segundo turno da eleição presidencial 112.683.879 almas. Houve
1.921.819 votos em branco e 5.219.787 nulos. Restaram 105.542.273 votos
válidos. Desses, 54.501.118 (51,64%) foram para Dilma Rousseff. Seu
rival Aécio Neves arrastou 51.041.155 (48,36%). Com 3.459.963 votos a
mais, Dilma prevaleceu sobre Aécio, reelegendo-se. E os brasileiros
foram cuidar do seu feijão com arroz.De repente, decorridos quatro dias, o PSDB de Aécio protocolou no Tribunal Superior Eleitoral um pedido
de “auditoria especial” do resultado do pleito. O tucanato esclarece na
petição que não põe em dúvida a lisura da apuração e o trabalho da
Justiça Eleitoral. Em nota, o partido enfatizou: “Temos absoluta confiança de que o TSE cumpriu seu papel, garantindo a segurança do processo eleitoral.” mais
suspeita do que uma conduta absolutamente irrepreensível? Pois é. O PSDB
reiterou sua “confiança na Justiça Eleitoral''.
O TSE ainda não deu uma resposta ao pedido de auditoria formulado
pelo PSDB. Enquanto espera, o partido talvez devesse realizar uma
auto-auditagem. Olhando-se no espelho, os tucanos poderiam perguntar a
si mesmos: num instante em que 7 em cada 10 eleitores desejavam
mudanças, como a maior legenda de oposição do país conseguiu eleger a
adversária da continuidade?
Refinando a auto-investigação, o PSDB
poderia perseguir uma segunda resposta: como Aécio Neves, o príncipe das
Minas Gerais, foi capaz de ser derrotado no seu principado pela
mineira-gaúcha Dilma Rousseff? Se encontrar respostas para essas
questões, o tucanato talvez retire o pedido de auditoria que protocolou
no TSE.
fonte -UOL
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