
Registrando crescimento em audiência, o “SBT Brasil”, o principal telejornal da emissora de Silvio Santos, trás entrevistas exclusivas, uma delas, com Dilma Rousseff.
A
presidenta, aceitou ser entrevistada por Kennedy Alencar, no Palácio do
Planalto. Segundo o jornalista Flávio Ricco, o SBT mandou uma equipe de
13 profissionais para fazer toda a estrutura e captar as imagens na
entrevista.
Dilma disse está confiante que a Seleção está muito boa,que admira o Felipão por sua garra,
e está na torcida junto ao povo Brasileiro.
Espera que o povo Brasileiro celebre este momento,e que os protestos são de origem política sempre teve isso e sempre vai existir.Agora quem protestar ,faça isso sem vadalhismo para não tirar o espírito de alegria do povo brasileiro.
A presidente Dilma Rousseff comentou, nesta quarta-feira, as críticas feitas ao Brasil sobre a estrutura para a Copa. Em entrevista ao “SBT”, ela cobrou que os críticos apontem o que não foi entregue e reforçou que toda a estrutura para os jogos está pronta.
— Eles (dirigentes da Fifa) fizeram a mesma coisa na África do Sul, o mesmo discurso. Estive na abertura das Olimpíadas de Londres. Eu sou chefe de Estado, estava há uma hora no trânsito. Desci e tomei um metrô. Eu não chegava. Eu quero saber: o que nós prometemos que não entregamos? Estamos entregando toda a segurança, os 12 centros nacionais. Estamos entregando uma rede de fibra ótica, aqui não vai acontecer o que aconteceu em outros lugares, de celular não funcionar — disse a presidente.
A presidente também afirmou que as previsões de que haveria um racionamento de energia no país ou um surto de dengue foram equivocadas.
— Disseram que não teríamos Copa, porque não teríamos aeroportos prontos. Depois disseram que a Copa seria um processo terrível porque teria epidemia de dengue. Nada disso aconteceu. Nada disso se verificou. Os 12 estádios estão entregues, os 12 aeroportos foram duplicados a capacidade de embarque e desembarque, e você não tem nem nunca terá, nesta época no Brasil, nenhuma possibilidade de uma epidemia de dengue num momento em que a temperatura cai - afirmou. — Não vamos ter racionamento de energia nem durante a Copa, nem depois. Eu acho que o complexo de vira-lata significa isso, certa diminuição de nós mesmos. A Copa no Brasil vai ser um sucesso. Nós estamos preparados, acredito que dentro e fora do campo.
Dilma também reforçou que as obras, como as de aeroportos, não foram feitas apenas para a Copa, e que o Mundial vai se “aproveitar” da estrutura.
— Estamos atrasados? Em relação a quê? Os aeroportos, eles não foram feito para a Copa. O que levou a gente a ampliá-los? A Copa vai se aproveitar (das obras) —falou a presidente, que destacou que nos últimos anos cresceu o número de passageiros aéreos no país. — Os aeroportos de Brasília, o Galeão, têm capacidade para além da Copa.
SELEÇÃO TEM SIGNIFICADO MAIOR QUE PROTESTOS
A presidente afirmou ainda que a torcida pela seleção é maior do que os protestos. Segundo Dilma, ela mesma torceu pela seleção, na Copa de 1970, quando estava presa.
— Muita gente dizia que se o Brasil ganhasse, isso fortaleceria a ditadura. (Eu torci) e não foi só eu. Acho que foi generalizado. Todo mundo torceu. Acho que tem um significado mais importante, a seleção representa nacionalidade — enfatizou.
Dilma evitou fazer uma previsão de quem vai jogar a final da Copa.
— Eu não digo isso. O Brasil eu quero que esteja na final. Contra quem eu não sei. Em todos os jogos do Brasil vou bater na madeira, torcer, tapar o rosto. É que nem o viajante de avião, que segura o avião para não cair — disse.
Sobre as manifestações, a presidente voltou a reforçar que não será tolerada violência. Ela afirmou que é normal que aconteçam protestos em anos eleitorais.
— Acho inadmissível a ameaça da integridade física das pessoas, ou ferimento e mortes. Isso é inadmissível e não tem nada a ver com democracia. Nós vamos garantir o direito das pessoas a assistirem o futebol e de se manifestarem. Mas sem quebradeira e de impedir que as pessoas vão ao futebol. Protesto, acontece em todo ano eleitoral — ressaltou.
Esta é a segunda entrevista da presidente a uma TV aberta nesta semana. Ontem, em entrevista à "TV Bandeirantes", ela deixou claro que está insatisfeita com as exigências da Fifa na organização da Copa do Mundo. Dilma afirmou que é obrigada a ouvir "considerações indevidas" sobre o país e a soberania brasileira e discordou de declarações do secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, de que o Brasil está mais preocupado em vencer o torneio do que com a organização da Copa.
Entre risos, a presidente evitou comparar as divergências com o PMDB e os problemas com a Fifa e disse que o PMDB só dá a ela alegrias. A presidente ainda foi enfática em reafirmar que o governo não vai admitir, durante a Copa, que haja “qualquer tipo de baderna tentando impedir que as pessoas assistam à Copa do Mundo”.
Fonte-Jornal SBT
A presidente Dilma Rousseff comentou, nesta quarta-feira, as críticas feitas ao Brasil sobre a estrutura para a Copa. Em entrevista ao “SBT”, ela cobrou que os críticos apontem o que não foi entregue e reforçou que toda a estrutura para os jogos está pronta.
— Eles (dirigentes da Fifa) fizeram a mesma coisa na África do Sul, o mesmo discurso. Estive na abertura das Olimpíadas de Londres. Eu sou chefe de Estado, estava há uma hora no trânsito. Desci e tomei um metrô. Eu não chegava. Eu quero saber: o que nós prometemos que não entregamos? Estamos entregando toda a segurança, os 12 centros nacionais. Estamos entregando uma rede de fibra ótica, aqui não vai acontecer o que aconteceu em outros lugares, de celular não funcionar — disse a presidente.
A presidente também afirmou que as previsões de que haveria um racionamento de energia no país ou um surto de dengue foram equivocadas.
— Disseram que não teríamos Copa, porque não teríamos aeroportos prontos. Depois disseram que a Copa seria um processo terrível porque teria epidemia de dengue. Nada disso aconteceu. Nada disso se verificou. Os 12 estádios estão entregues, os 12 aeroportos foram duplicados a capacidade de embarque e desembarque, e você não tem nem nunca terá, nesta época no Brasil, nenhuma possibilidade de uma epidemia de dengue num momento em que a temperatura cai - afirmou. — Não vamos ter racionamento de energia nem durante a Copa, nem depois. Eu acho que o complexo de vira-lata significa isso, certa diminuição de nós mesmos. A Copa no Brasil vai ser um sucesso. Nós estamos preparados, acredito que dentro e fora do campo.
Dilma também reforçou que as obras, como as de aeroportos, não foram feitas apenas para a Copa, e que o Mundial vai se “aproveitar” da estrutura.
— Estamos atrasados? Em relação a quê? Os aeroportos, eles não foram feito para a Copa. O que levou a gente a ampliá-los? A Copa vai se aproveitar (das obras) —falou a presidente, que destacou que nos últimos anos cresceu o número de passageiros aéreos no país. — Os aeroportos de Brasília, o Galeão, têm capacidade para além da Copa.
SELEÇÃO TEM SIGNIFICADO MAIOR QUE PROTESTOS
A presidente afirmou ainda que a torcida pela seleção é maior do que os protestos. Segundo Dilma, ela mesma torceu pela seleção, na Copa de 1970, quando estava presa.
— Muita gente dizia que se o Brasil ganhasse, isso fortaleceria a ditadura. (Eu torci) e não foi só eu. Acho que foi generalizado. Todo mundo torceu. Acho que tem um significado mais importante, a seleção representa nacionalidade — enfatizou.
Dilma evitou fazer uma previsão de quem vai jogar a final da Copa.
— Eu não digo isso. O Brasil eu quero que esteja na final. Contra quem eu não sei. Em todos os jogos do Brasil vou bater na madeira, torcer, tapar o rosto. É que nem o viajante de avião, que segura o avião para não cair — disse.
Sobre as manifestações, a presidente voltou a reforçar que não será tolerada violência. Ela afirmou que é normal que aconteçam protestos em anos eleitorais.
— Acho inadmissível a ameaça da integridade física das pessoas, ou ferimento e mortes. Isso é inadmissível e não tem nada a ver com democracia. Nós vamos garantir o direito das pessoas a assistirem o futebol e de se manifestarem. Mas sem quebradeira e de impedir que as pessoas vão ao futebol. Protesto, acontece em todo ano eleitoral — ressaltou.
Esta é a segunda entrevista da presidente a uma TV aberta nesta semana. Ontem, em entrevista à "TV Bandeirantes", ela deixou claro que está insatisfeita com as exigências da Fifa na organização da Copa do Mundo. Dilma afirmou que é obrigada a ouvir "considerações indevidas" sobre o país e a soberania brasileira e discordou de declarações do secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, de que o Brasil está mais preocupado em vencer o torneio do que com a organização da Copa.
Entre risos, a presidente evitou comparar as divergências com o PMDB e os problemas com a Fifa e disse que o PMDB só dá a ela alegrias. A presidente ainda foi enfática em reafirmar que o governo não vai admitir, durante a Copa, que haja “qualquer tipo de baderna tentando impedir que as pessoas assistam à Copa do Mundo”.
Fonte-Jornal SBT
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